NOTA:

            A Associação Nacional dos Policiais Ferroviários Federais, única representante legal e autorizada da classe, vem junto aos seus associados, cumprir a obrigação de informar e esclarecer tudo aquilo que se fizer necessário, no âmbito de nossos trabalhos de regulamentação da PFF diante do governo federal.

        Esclarecemos que, o grupo de aventureiros que estiveram reunidos com o vice presidente da república, Sua Excelência Hamilton Mourão, não foram previamente autorizados pela ANAPFF, em falar em nome dela e muito menos usar seu know how na referida reunião; é cediço que também não estão outorgados pela categoria, pois não possuem quadro de associados; vale destacar também, o uso da nomenclatura anapff em ofício endereçado ao congresso nacional, onde de maneira vil cometeram uma ilegalidade com o fito de prejudicar futuras manifestações da ANAPFF naquela casa; vale dizer que tais ações, deixaram bem claro e atestando que somos competentes e confirmando que estamos no caminho certo.

        Vale ressaltar que, o arcabouço de documentos, teses, manifestações, sugestões, opinativos que encontram-se digitalizados no Ministério da Justiça e Segurança Pública, construídos com muito trabalho por uma diretoria de conduta ilibada, a serviço extremamente sério e comprometido com a causa PFF, não sofrerão mudança de autoria na referida pasta ministerial; o Dr Rábula e seus asseclas que participaram da referida reunião, são componentes de uma associação ilegal formada por órfãos do Dr Promessa; a retórica que levaram em reunião “ou vai todos ou não vai ninguém”, criada pelo referido Dr algoz da Polícia Ferroviária, e diga-se de passagem, o pior elemento já produzido no seio da corporação, certamente não prosperará tratando-se de uma inconstitucionalidade.

           A ANAPFF, não vai permitir que a história de repita, estamos atentos a tudo que ocorre nesta reta final, embora os referidos aventureiros não representarem risco algum à nossa causa, decerto que ficaremos alertas e ativos, procurando sempre o que é melhor para nossa causa, dando acolhimento ao que acharmos seja benéfico à categoria, acima de nossas aspirações particulares, acima de egoísmos ou convicções, zelando e prezando pelos interesses de nossos associados.

            Queremos tranqüilizar a tropa que seguiremos nossos trabalhos pautados na honestidade, transparência e veracidade, qualidades estas que permitiram à nossa entidade, adesões de centenas de policiais nos dando uma credibilidade extrema; não somos aventureiros e nem mercenários, trabalhamos com seriedade e competência; a ANAPFF, com certeza será a negociadora junto ao governo federal, com legitimidade autorizada pelo ministério da justiça, observada a sua ampla representação por conta de um quadro de associados oficialmente e formalmente construído, delegando poderes para serem representados juridica e administrivamente; nossa entidade legalmente constituída torna-se portanto, a única habilitada para defender e reger os destinos dos PFFs.

 ANAPFF.BRASIL

ANAPFF, A CASA DEMOCRÁTICA DOS PFFs

55 3311 6940  55 99190 7914  anapff.brasil@gmail.com

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ARTIGO

A PALAVRA DE UM HOMEM, É O FIEL REFLEXO DE SUA DIGNIDADE.

             Iniciamos este artigo, relembrando o juramento de posse do Exce lentíssimo Sr presidente da República, Jair Messias Bolsonaro:

"Prometo manter, defender e cumprir a constituição; observar as leis, promover o bem geral do povo brasileiro, sustentar a união, a integridade e a independência do Brasil"
 

            Como democrata, o Sr presidente deve acreditar na constituição, no real valor que ela representa, a qual foi autorizada plenamente pelo povo brasileiro;  enquanto ela estiver vigente, ele tem a dupla responsabilidade de como gestor público, de prezá-la e não fazer escolhas em seu âmbito, isto não lhe foi autorizado, e nem a ninguém.

           Como presidente da república, deve respeitar a constituição de nosso país, acima de suas conveniências, convicções e opiniões pessoais ou institucionais; porque a constituição é a carta magna do país, ela é quem define e dá o tom para tudo; o presidente não tem o direito de selecionar da constituição aquilo que lhe interesse, isto seria um crime contra a cidadania brasileira; não há quaisquer interesses que lhe permissione a desconhecer o que os deputados constituintes, votaram pela nação brasileira definindo o texto constitucional.

        A anapff, protocolizou no Ministério da Justiça e Segurança Pública, manifestação programática, cumprindo o que determina a razão de sua criação, representando os policiais ferroviários, promovendo sugestões, opiniões e meios pertinentes à regulamentação do DPFF.

Termo de apresentação de documentos:

a) Manisfestação programática.

b) Justificativa.

c) Sugestão de Medida provisória.

d) Solicitação de nomeação de Grupo de trabalho.

e) Relação de associados da anapff

f) Certificado de mandado de diretores e cnpj.

     Com o escopo de agilizar os trabalhos de regulamentação do Departamento de Polícia Ferroviária Federal; levando em consideração nossa determinação em observância à constituição federal, art 144 inc 3º; levando em consideração a palavra empenhada pelo Excelentíssimo Sr Presidente da república, juntos aos policiais ferroviários; rememorando seu juramento de posse e a orientação aos senhores ministros de estado a cumprirem integralmente a CF, e ao mesmo tempo materializarem suas promessas de campanha; incumbe-nos a obrigação de iniciar as tratativas com a finalidade de dar concretude ao mencionado acima, e finalmente, que a constituição seja respeitada regulamentando a Polícia ferroviária, para que possa fazer parte como órgão federal, conforme disciplina a Medida provisória editada pela presidência da república, na estrutura básica do ministério da Justiça e segurança Pública.

        "O Exmo Sr presidente da república, omitiu na referida MP 870 a Polícia Ferroviária Federal, como integrante da segurança pública; ele não só rabiscou a constituição federal, como a pari passu, arranhou sua própria palavra."

       Ademais, vale ressaltar, a convocação de concursados à fazerem parte da Polícia Federal, realizada pelo Sr Presidente da república; seriam em torno de 1000, o que não responde à real necessidade de um efetivo condizente com a demanda; e a Polícia Ferroviária?

         A Polícia ferroviária Federal em atuação, além de combater o crime organizado principalmente na zona de fronteiras, também seria uma fonte importante de arrecadação de tributos; portanto não há o que se falar em despesas em sua implementação. Nesta linha de obrigatoriedade de regulamentação como dispõe a constituição (§3º art 144), vale destacar os recursos estratégicos do SENASP, que proveriam tal regulamentação com inteiro aparato policial necessário para funcionamento.

             Em se falando de despesas, podemos relacionar neste quesito a tal força nacional, uma encenação puramente política que não traz beneficio algum ao cidadão brasileiro, uma peça no jogo político que tanto Brasília quanto os governos estaduais que a solicitam, sabem que seu uso não irá resolver os problemas de segurança pública no país; vale dizer, que isto sim, proporciona despesas desnecessárias.

         O Ministério da Justiça e Segurança Pública, através da Secretaria executiva responde à solicitação da ANAPFF, versando sobre medidas cabíveis à estruturação do DPFF, pleito este, sob apreciação do ministro da justiça e segurança pública e seus assessores

                Cumprimentaram cordialmente o presidente da ANAPFF, referindo-se ao correio eletrônico datado de 2 de fevereiro de 2019, encaminhado à secretaria de governo do Gabinete da Presidência da república)SEI:8072831), por meio do qual, solicita audiência no Ministério da Justiça e Segurança Pública, para tratar sobre a regulamentação da Polícia Ferroviária Federal.

         A esse respeito, registraram que o Exmo. Senhor Secretário-Executivo do Ministério da Justiça e Segurança Pública, recebeu na data de 31/01/2019 o presidente da Associação Nacional dos Policiais ferroviários federais. Ademais, o referido pleito já foi encaminhado a esta pasta, tendo sido apreciado através dos ofícios nº 120/2019/SE/MJ, de 14/02/2019 (SEI: 8014700); e, nº 119/2019/SE/MJ, de 06/02/2019 (SEI: 8012999).

    Diante do exposto, o Ministério da Justiça e Segurança Pública, reconheceu a justa importância dos profissionais de segurança ferroviária, que requerem sejam atendidas suas demandas.

      Os policiais ferroviários federais do Brasil, aguardam com expectativa redobrada, não apenas um juramento diante da constituição federal, mas também ao próprio Deus, o qual "está acima de todos."

ANAPFF.BRASIL

Quinta-feira, 30 de janeiro de 2019 (UTC-18:00) Brasília, conforme acerto por telefone.
Solicita presença da ANAPFF.
Onde: Ministério da Infraestrutura - Esplanada dos Ministérios Bl. R, 2° Andar, Anexo Ala Leste, Sala de Reunião nº 206 - SNTTA
 
Observação: A diferença de horas para o GMT acima não reflete os ajustes de horário de verão.
 
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Prezados Senhores,
 
Incumbiu-me o Coronel Silva Soares , Chefe de Gabinete da Secretaria Nacional de Transportes Terrestres/MINFRA, de confirmar a audiência que tem como:
 
Pauta: Retomada do transporte ferroviário e segurança nas ferrovias
Dia: 31/01/2019 (quinta-feira)
Horário: 10h30 às 11h00
Local: Anexo MINFRA - Esplanada dos Ministérios, Bloco "R", 2º Andar – ala leste , Sala de reunião nº 206 – SNTT
 
PARTICIPANTES:
 
Secretaria Nacional de Transportes Terrestres – SNTT/MINFRA
- Jamil Megid Júnior - Secretário Nacional de Transportes Terrestre e Aquaviário (para ciência)
- Marcello da Costa Vieira – Diretor do Departamento de Gestão e Projetos Especiais.
- (quem o Marcelo indicar) - Coordenador do Departamento de Gestão e Projetos Especiais
- Ismael Trinks – Diretor do Departamento de Transporte Ferroviário.
- André Luis Ludolfo da Silva – Coordenador do Departamento de Transporte Ferroviário.
 
Associação Nacional dos Policiais Ferroviários Federais – ANPFF
 
- Carlos Romeu A Antunes - Presidente
- Cipriano Gil Alcon - Diretor Administrativo
- Clodoveu Lemos de Lima - Conselheiro
 
Respeitosamente,
 
Bárbara Barros Leite Ribeiro
Técnica em Secretariado
Secretaria Nacional de Transportes Terrestre - SNTT
Ministério da Infraestrutura

...e o homem semeou o trigo...eis que veio o inimigo e semeou o joio; o empregado perguntou ao patrão: Que faremos com a plantação sr, pois o joio prosperou? Respondeu-lhe o patrão: Colheremos o joio e o queimaremos e depois guardaremos o trigo no celeiro.